


Metáfora
| CONCEITO BÁSICO DE NEUROLINGUISTICA APLICADA |
Em termos de anatomia, o nosso cérebro tem dois hemisfério: o direito e o esquerdo. Cada qual tem diferentes funções. O hemisfério esquerdo é detalhista, mecânico, preto e branco, cético, lógico, fechado, cauteloso, repetitivo, verbal, analítico e armazena menória. O direito é amplo, criativo e colorido, receptivo, artístico, aberto, aventura, intuição, meditação, espacial e essência. Não há diferença entre os seres humanos na anatomia (hardware), pois a diferença que faz a diferença está nas programações efetuadas e no uso que se faz destas (software). O ideal para a nossa vida é usar de forma balanceada os dois hemisférios. Só que nós, os ocidentais em geral, tendemos a usar predominantemente o lado lógico, racional, que é o esquerdo. Quando falamos em programações, vamos perceber que durante a primeira infância ouvimos muito a palavra “NÃO”, e ao invés de elogios, ouvimos repreensões. Naturalmente que com estas repressões, desenvolvemos crenças negativas ao nosso próprio potencial. E aí vamos concluir que usamos pouco da capacidade do nosso cérebro: ao longo de toda a nossa vida então, desenvolvemos apenas uma pequena fração da capacidade do nosso cérebro. Porém, ao invés de encararmos estas conclusões como encerradas, podemos analisá-las como oportunidades de crescimento, modificando as nossas crenças negativas. Quando acessamos o passado, percebemos que as nossas experiências negativas estão carregadas também de emoções negativas: raivas, mágoas, tristeza, arrependimento, culpa, etc. O passado já foi, pertence à história, mas vivemos grande parte do nosso tempo neste passado, revivendo estas sensações negativas. Felizmente, com uma boa dose de vontade, podemos reprogramar este passado, tirando as emoções e deixando a experiência como aprendizagem ao presente e ao futuro. É como se diz: muito mais que um sinal de amor, é sinal de inteligência saber perdoar o passado, pois com este ato abrimos as portas da abundância ao nosso viver. É mesmo porque, já está provado que temos muitos recursos interiores capazes de provocar uma mudança para melhor. Para definir o que é essencial em nossa vida vem a inteligência, e para decidir fazer vem a vontade. Se no trajeto de nossa vida estamos colhendo resultados que não nos satisfazem, é necessário provocar mudanças porque do modo contrário continuaremos a obter os mesmos resultados que não nos satisfazem. É uma das armas mais poderosas para provocar mudanças interiores é modificar as crenças que viemos carregando em nossa vida. Uma forma efetiva de modificar crenças é através da imaginação. Nenhum computador do mundo, por mais avançado que seja, jamais conseguirá imaginar. O nosso computador (cérebro) executa este poder de uma forma natural, indo ao passado, plantando-se no presente, ou projetando o futuro, sem determinação de espaço e tempo. Contudo temos usado a imaginação de uma forma negativa. Ao imaginar perdas, instala-se o medo, a insegurança. Ao imaginar sofrimento, instala-se a tristeza, a depressão. Ao imaginar que somente os outros é que conseguem, instala-se a raiva, os ciúmes, o rancor. Entretanto, se formularmos uma auto-imagem positiva, com auto-estima elevada, aprenderemos em cada conquista, que mudar realidade é possível. E a chave para isso é usar de maneira produtiva e positiva a nossa capacidade de imaginar. Um grupo de senhores idosos, já no fim de suas vidas, foi feita uma pergunta: “Se pudesse viver toda a sua vida novamente, o que faria de diferente”? A resposta unâmine faz refletir uma aprendizagem profunda: “Eu arriscaria mais” Evidentemente que ninguém arrisca mais, se todas as suas imaginações e crenças são negativas! É por isso que vivenciando crenças positivas, as pessoas arriscam mais e se diferenciam dos outros. |
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